Neste ano de 2017 o governo autorizou o saque das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) de milhões de trabalhadores. Se você pensou ou está pensando em aproveitar seu montante do FGTS para comprar um imóvel, saiba que vale muito a pena esta decisão. Veja a seguir quais são as razões:

Maior rendimento
O dinheiro que fica retido nas contas do FGTS tem um rendimento muito baixo. Ele é inferior aos juros da poupança. Portanto, vale a pena resgatar o FGTS de todas as formas, independentemente de você empregá-lo na compra de um imóvel ou não.

A Caixa aceita o FGTS nos financiamentos
A Caixa costuma oferecer taxas de financiamento imobiliário mais vantajosas que as dos bancos privados. E qualquer trabalhador que disponha de recursos no FGTS, seja de contas inativas ou ativas (contas que ainda recebem contribuições mensais), pode usar esses recursos a qualquer momento para financiar um imóvel.

Posso contar com o financiamento de um banco privado?
Sim. Você pode, por exemplo, usar os recursos do FGTS para dar uma boa entrada em um imóvel, reduzindo ao máximo o montante que resta, e financiar a sobra em seu banco privado. Muita gente que é cliente há muitos anos de bancos privados possui condições especiais e acaba preferindo ele do que contar com a Caixa.

Taxas de juros em baixa
Quem acompanha o cenário econômico sabe que o Banco Central tem reduzido, nos últimos meses, as taxas de juros. E a tendência é que essa redução continue nos próximos períodos. Juros menores tornam os financiamentos mais baratos. Portanto, o momento atual é mais favorável a um financiamento do que há alguns meses atrás.

Mercado em recuperação
Os números do mercado imobiliário têm apontado para uma recuperação da atividade econômica. A tendência é de reaquecimento da economia nos próximos meses, o que pode levar os preços dos imóveis a subir. E é mais vantajoso comprar um imóvel quando o mercado está em baixa, com vendas mais fracas e preços estabilizados. Por isso, o momento atual é propício para o uso do FGTS para a aquisição de um imóvel, que poderá, inclusive, valorizar-se ainda mais com o aquecimento da economia.

Imagem: iStock

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